segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O paradoxo brasileiro: dívida pública aumenta a desigualdade e enriquece os bancos...

Distorção na alocação de recursos pelo Estado mostra a sangria com que os bancos mantém seu poder... às custas de toda a sociedade
Não costumo postar aqui textos de terceiros autores, mas a entrevista que o blog do Instituto Humanitas Unisinos fez com a auditora Maria Lúcia Fattorelli a respeito do sistema da dívida pública brasileira é uma dessas matérias que absolutamente não podem deixar de ganhar destaque, bastante destaque. Mais ou menos, guardadas as proporções e adequados aos fatos, as conclusões da entrevistada reiteram o que disse em minha postagem anterior sobre a desfaçatez com que o governo busca impedir que os bancos sejam obrigados a pagar o que devem por sentença no STF.

Fatorelli não deixa por menos: segundo ela, a utização do endividamento público [é] às avessas; em vez de servir para aportar recursos ao Estado, o processo de endividamento tem sido instrumento de contínua e crescente subtração de recursos públicos, que são direcionados principalmente ao setor privado". 

* Leia a aqui íntegra da entrevista
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