sexta-feira, 6 de março de 2015

Coalização capital-trabalho: o Brasil no fundo do poço

A notícia mais inquietante é o processo de militarização da "igreja" universal, milícia da fação do "bispo" Macedo. Do ponto de vista da conjuntura brasileira que anima uma indisposição antidemocrática contra as instituições - coisa muito bem armada pela mídia e pelos setores conservadores - a denúncia da fascistização de uma parcela da juventude é gravíssima e tem razão o deputado Jean Willys ao pedir ao MP uma ação que eventualmente ponha na ilegalidade os "gladiadores do altar". Melhor seria colocar na ilegalidade a "igreja" universal inteira (continue a leitura)
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Um comentário:

Arthur Gandini disse...

Também fiquei estupefato com o documento noticiado pelo Estadão. Além desta conciliação (ou falsa conciliação) ser contra tudo o que enxergo como soluções para o país, é estranho ver a CUT contra o governo e em uma movimentação junto a entidades patronais.

O governo Dilma me parece estar provocando certos paradoxos, além das ações na economia, no plano político, como um Eduardo Cunha buscando ampliar a política de valorização do salário mínimo e o governo fugindo disso. O que é isso, aquela velha alternância de viés governista que remonta as épocas do Império brasileiro, como vimos em suas aulas, ou apenas um governo fora de rumo mesmo?

2015 estranho e desanimador..

Acabei também escrevendo um texto sobre o assunto: http://dini.sgmidia.net.br/2015/03/dilma-industria-o-mercado-financeiro-e.html

Abraços