quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Sobreviver...

As consequências do colonialismo sempre lembradas no êxodo
secular de suas vítimas

“Não deve haver nenhuma tolerância para com aqueles que põem em questão a dignidade dos outros. Não deve haver nenhuma tolerância para com aqueles que não se dispõem a ajudar em um momento em que a ajuda humanitária e legal se impõe. Quanto maior for a quantidade de pessoas que deixem isso claro (...), mais fortes nós seremos” (Angela Merkel, ao falar no Centro de Refugiados de Heidenau, na Saxônia, Alemanha). Durante seu apelo, a chanceler foi  interrompida por gritos de  "traidora" proferidos por grupos de extrema direita que querem expulsar os   africanos que fogem para a Europa.

Em 2014, 220 mil imigrantes entraram na velho continente; 3.500 morreram durante a travessia em embarcações precárias que buscavam os portos dos países europeus mediterrâneos.

Em pleno mar, o imigrante africano se agiganta na luta pela sobrevivência.
Se conseguir, vai enfrentar os neonazistas e xenófobos que
associam desprezo e preconceito contra o resultado de um drama
humanitário que a própria Europa ajudou a criar
(leia também Refugiados, desconhecido drama global, do site Outras Palavras e Ministros europeus pedem reunião de urgência sobre crise de refugiados, da Folha).
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