domingo, 25 de setembro de 2016

Cresce rejeição às mudanças impostas por Temer ao ensino médio

O cenário em que Temer patina lembra o auditório do
saudoso Chacrinha, sem a competência cênica do velho
guerreiro: país transforma-se num ambiente de dissolução
administrativa, política, legal e moral, um pasto
 para interesses privadosda pior espécie 
(ilustração: GGN)
Com exceção daqueles que estariam dispostos a apoiar qualquer coisa que Temer fizesse em qualquer setor do governo - porque vai ficando evidente que o governo mais ilegítimo da história brasileira está disposto a se salvar ainda que leve consigo o país inteiro para o caos - bastaram algumas horas para que viesse à tona a imensa estupidez que são as mudanças arbitrárias que os golpistas querem introduzir no ensino médio; na verdade, não encontrei nenhum comentário qualificado que as defendesse.

As críticas me parecem se encaixar basicamente em três argumentos: primeiro, o recurso a uma Medida Provisória - basicamente um mecanismo constitucional que preserva o caráter imperial e autoritário do Executivo - pois que libera a má intenção do governo de uma discussão pública e parlamentar em torno do tema da reforma. Num regime democrático, a MP é uma excrescência - e Temer está se valendo de excrescências para se manter no Planalto (continue a leitura).
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