sexta-feira, 30 de junho de 2017

Aumenta a rejeição a Doria e a Bolsonaro (via GGN)

Bolsonaro e Doria são fantoches autoritários e, como tal, vão
 ampliando seu distanciamento do povo e do Brasil
Doria e Bolsonaro, as principais ameaças que a sociedade brasileira vai enfrentar nas próximas eleições presidenciais  já dão sinais de declínio na preferência dos eleitores. As duas candidaturas não representam exatamente a mesma coisa, mas têm como ponto de aproximação o reducionismo com o qual modulam sua percepção da sociedade brasileira. De um lado, a aversão anti-democrática proclamada por Bolsonaro  e enaltecida como solução radical para os problemas que o país vive, entendo-se aqui o "radical" como supressão das liberdades públicas e dos direitos humanos. Bolsonaro é um saudosista da ditadura militar e a julgar pelo acontece com seu nome nas pesquisas, não consegue ampliar a empatia da sociedade com seu projeto.

De outro lado, Doria: um caso mais complicado porque emoldura e disfarça sua indisposição anti-democrática com a rejeição ao estatuto da política, apresentando-se como o portador do evangelho empresarial. De início, quando seu nome cresceu na campanha municipal de 2016, o fato que o embalava era a rejeição ao PT depois da forte campanha midiática pelo afastamento de Dilma Rousseff. Vencida a eleição, não demorou quase nada para que o vazio de seu projeto ficasse em evidência. Embora o charme do moderno e do anti-lulismo continue servindo como mote de todas as suas arengas voltadas para o conservadorismo da classe média, cresce fortemente em São Paulo a constatação de que o cara é uma anta incapaz de levar à frente um único projeto para a cidade sequer. Na verdade, ao lado do vazio de seu discurso, o garoto mimado da elite paulista (um empresário fracassado que vive como parasita), fica cada vez mais evidente que ele não tem a menor ideia de fazer na prefeitura. Como disse Glberto Maringoni, São Paulo está um lixo.

Pessoalmente, entendo que a desconstrução dessas duas candidaturas é a tarefa número um de todo mundo para as próximas eleições, mas parece que elas próprias vão evidenciando sua fragilidade e estupidez.

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