domingo, 20 de agosto de 2017

Crueldade social como política (planejada e deliberada) de Estado

Retirantes (Portinari, 1944)
Tínhamos saído, pelos critérios da ONU, do mapa da fome, e, vergonhosamente, para lá voltamos a passos largos. A chamada elite que fez o golpe e seu governo coloca em prática políticas de Estado destrutivas de direitos elementares, e para dizer o mínimo, irresponsável, mas, sobretudo, cruel, escreve Walquíria Domingues Leão Rego, professora titular de Teoria Social do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCG) da Unicamp e autora do livro Vozes do Bolsa Família - Autonomia, Dinheiro e Cidadania (Umesp, 2013), em artigo publicado pelo GGN em 16 de agosto (e transcrito aqui via IHU)

Leia aqui a íntegra do artigo e informe-se sobre o elenco de medidas que vêm caracterizando o governo golpista como o mais predador dos direitos sociais da nossa história:

* Programas criados pelo governo podem perdoar R$ 78 bilhões (Estadão) *  O plano da Câmara para perdoar 543 bilhões que empresários devem à União (El País) * Os efeitos dramáticos do criminoso congelamento dos gastos sociais e da corrupção parlamentar promovida por Temer (Outras Palavras) * Em três meses, governo perdoa R$ 30 bilhões de dívidas dos bancos (IHU) * O custo da sobrevida de Temer (El País) * Bolsa-empresário supera programas sociais (Uol) * O país da Casa Grande (IHU) * De volta ao Brasil Colônia (Carta Capital via Tijolaço) * Para salvar a pele, Temer oferece a floresta (Outras Palavras) * O Brasil em Pedaços e * Áreas sociais pagam ganância de bancos e empresas (clippings do blog).
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