quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Temer vende reformas em NY e Meirelles vê país pela metade do preço (Valor Econômico)

O que for possível alienar, vender, transferir, 
desfazer da riqueza nacional, 
subjugar e submeter; fazemos qualquer
coisa que nossa coluna suporte
Não imaginei que nossa história pudesse registrar uma vilania do tamanho dessa que Temer e Meirelles estão praticando contra o país em Nova York. Como se sabe, Temer é num presidente quase foragido; desfruta do apoio de algo em torno de 3% da população brasileira e, por isso, não tem legitimidade para decidir coisa alguma. Não fossem as práticas corruptoras que adota sistematicamente a cada vez que a Câmara Federal é chamada para votar nas denúncias que pesam contra ele, já estaria na Papuda. Sob todos os aspectos, é um homem indigno de estar onde está e transfere toda essa indignidade para o país inteiro quando se dispõe a alienar nossa soberania no ambiente sórdido e esfumaçado dos especuladores financeiros. Meirelles, ainda que possa parecer mais discreto, não passa de um funcionário subalterno da banca internacional e da jogatina que se pratica entre os grandes empresários. Como serviçal de Joesley, sempre se curvando às ordens do amo, sofre o peso das suspeitas de que teria favorecido seus patrões quando lhes prestava serviços de assessoria, sabe-se lá o que mais. Meirelles é o cara que vai para a nossa história como o ministro da Fazenda que leiloou direitos sociais como ninguém: os investimentos sociais e a reforma trabalhista; talvez a reforma da previdêcia. Sempre em benefício do grande capital e dos bancos, os setores que lhe dão apoio incondicional na pretensão que tem de chegar a presidente da República. Deus nos livre... Pois são esses dois sujeitos que estão leiloando o país. São vendilhões da Pátria. Vale a pena ler a matéria do Valor e perceber o ambiente sombrio e corrompido onde procuram atrair investidores. São vendilhões da Pátria. Estivéssemos em outra conjuntura e nem desembarcar em qualquer aeroporto nacional conseguiriam. 

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