quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Brasil, diversidade e tolerância

Judith Butler
pensam que eu sou um pesadelo vindo para a cidade,
mas eles estão no pesadelo de sua própria criação (leia aqui)
Judith Butler e os que pensam em deixar o Brasil

Berenice Bento, via Outras Palavras

Minhas/meus amigas/os, estamos tristes. Acordar e levantar tem se tornado um ato heróico. Sabemos que nas horas que virão seremos tragados por notícias que nos dirão: desista, vá embora, este país acabou. Não falo em semana, meses, anos. Reduzo o tempo a dias porque tem sido assim, Um dia a exposição Queermuseu é proibida, no outro uma peça que coloca sabiamente Jesus reencarnado como uma travesti é censurada, no outro, um deputado cana que 'tudo está no seu lugar' para festejar a liberação do seu presidente mafioso de um processo de impeachment e, no mesmo dia, você, meu/minha amigo/a, talvez tenha tido sua conta na rede social atacada por alguém que te deseja a morte. Nós sabemos, eles/elas perderam, o medo. E nós também. A luta de raças, de classe, de sexualidades e gêneros dissidentes virou manchete. Acabou aquela história de democracia racial, homofobia cordial, relações sociais pautadas na imagem... (leia aqui o texto integral copiado de Outras Palavras).

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