quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

“Quero avisar a elite que espere, porque nós vamos voltar”

A partir da esquerda, Laus, Paulsen e Gebran: os meninos do TRF-4, 
jograis a serviço de convicções políticas mais do que jurídicas
A sensação que tive ontem durante o julgamento de Lula foi a de estar diante de um grupo de jograisPara quem não sabe, o jogral é um gênero teatral com declamações ensaiadas feitas em conjunto ou em sequência pelos participantes e cuja características principal é a harmonia da narrativa. Digo isso porque as manifestações dos jovens e inexperientes desembargadores parecem ter saído de um diretor de cena, depois de passar pelas mãos de um editor de texto, mais do que a demonstração de evidências concretas sobre a culpa do acusado. É tão evidente a fragilidade do que foi decidido em Porto Alegre, que nem mesmo os mais ortodoxos e radicais antipetistas orgânicos festejaram o resultado (continue a leitura).
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