segunda-feira, 30 de abril de 2018

À beira da guerra civil


Não tenho muitas dúvidas sobre a natureza que a crise brasileira adquiriu nem sobre o patrocínio velado que as chamadas forças conservadoras do centro à extrema direita oferecem veladamente (e, em alguns casos, abertamente) à ruptura da ordem pública no país. O objetivo me parece claro: interromper de vez o processo democrático diante da impossibilidade de evitar a ascensão das forças populares, reformistas e desenvolvimentistas que empolgam a maioria da população brasileira. Os indícios apontam para isso e esses tiros ouvidos em Curitiba (saiba mais aqui) sinalizam para um desfecho extremamente grave da crise a que fomos levados pelo golpe paralamentar-jurídico-midiático de 2016.

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