segunda-feira, 7 de maio de 2018

Ops!

Gestão da economia não pode ser engessada pela Constituição, diz Persio Arida

entrevista com o coordenador do programa de Geraldo Alckmin está na Folha de hoje (acesse aqui) e precisa ser lida com toda a atenção porque mostra para a sociedade a alma do projeto do PSBD para o Brasil, caso o ex-governador de São Paulo seja eleito presidente da Republica. Em resumo, Arida aponta para a disposição dos tucanos em erradicar da Constituição de 1988 os capítulos que comprometem recursos públicos com a Educação e com a Saúde, setores que seriam jogados em definitivo nas mãos da especulação dos interesses privados.

Eis aí, portanto, em toda a sua nitidez, a essência e o ato conclusivo daquilo que pretendem os conservadores na continuidade das reformas neoliberais que vêm sendo postas em prática desde o golpe contra a presidente Dilma Rousseff: o Estado deixa de ser um gestor no sentido clássico do conceito de gestão do Estado - o formulador de políticas públicas que permitam o desenvolvimento econômico e a justiça social -, mas um gestor das oportunidades para o capital, atenda ele ou não as carências de um país que abriga a maior concentração da renda de toda a história da humanidade.
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