quinta-feira, 10 de maio de 2018

Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas (H. Heine)

Berlim, 1933: cerimônia de incineração de livros organizada pelo Partido Nazista, com apoio popular e acadêmico, visou autores inconvenientes ao regime. A acusação atingia intelectuais liberais e socialistas, fossem ou não judeus; uma demonstração de demonstração de irracionalidade totalitária que todos sabemos como terminou. Leia aqui a reportagem do site alemão DW
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