segunda-feira, 21 de maio de 2018

Professores exigem respeito absoluto aos seus direitos


(via Sinpro-Sp) Dia 23 de maio não haverá aula nas escolas particulares. Os professores estarão reunidos em assembleia, lutando por melhores condições de 
trabalho e por uma educação de qualidade. 

Será um dia de paralisação, de protesto e de alerta. A assembleia deve confirmar um indicativo de greve a partir do dia 28 de maio, caso os representantes das escolas insistam na retirada de direitos como recesso, férias coletivas, garantia semestral de salários e bolsas de estudo. Será um dia de paralisação, de protesto e de alerta. A assembleia deve confirmar um indicativo de greve a partir do dia 28 de maio, caso os representantes das escolas insistam na retirada de direitos como recesso, férias coletivas, garantia semestral de salários e bolsas de estudo. 

Desde o início da Campanha Salarial, o Sindicato dos Professores de São Paulo tem procurado manter integralmente a Convenção Coletiva, um instrumento com força de lei que regula as relações de trabalho nas escolas e assegura direitos aos professores. 

Radicalizadas, as escolas particulares optaram pelo litígio. Deslumbrados pela reforma trabalhista, os patrões apostaram na retirada de direitos e no esvaziamento da Convenção Coletiva. O que querem é ter liberdade para fazer suas próprias regras e contratar a baixo custo. 

Foi este o motivo que levou o sindicato patronal a defender o desmonte da Convenção e rejeitar duas propostas de conciliação apresentadas pelo Tribunal Regional do Trabalho. É um engano supor que o conflito esteja limitado à relação entre os dois sindicatos. Todas as escolas, por omissão, conivência ou interesse particular dissimulado, são responsáveis pela falta de uma alternativa negociada. 

É em defesa de uma Convenção Coletiva plena e universal que nossa luta está sendo travada. Os professores não aceitarão a perda de direitos. Este é um ato de resistência que vai além das condições de trabalho. É também uma luta pela dignidade e pelo respeito que a nossa profissão exige.

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