quinta-feira, 26 de julho de 2018

Fake news do MBL atingiam meio milhão de seguidores

JOTA
Reação à desativação de páginas fake do MBL no Facebook exibe promiscuidade do
grupo de extrema-direita com o aparelho do Estado
Uma rede nada virtual
Intimidade com personagens de destaque na articulação reacionária surgida no Brasil após o golpe do impeachment exibe mais do que a vaidade dos selfies; são compartilhamentos ideológicos articulados em torno de um projeto para o país construído à revelia das demandas sociais.

Não deixe de ler: * Facebook retira do ar rede de fake news ligada ao MBL antes das eleições (El País) * Facebook retira do ar 197 páginas e 87 perfis brasileiros (JOTA) * Facebook terá que justificar retirada de páginas e perfis da rede em até 48 horas, diz procurador (Estadão) * Sakamoto: o problema dos perfis excluídos era mais grave que propagar fake news (Brasil 247). Essas matérias mostram que o MBL tornou-se uma estrutura intimidatória cuja influência vai muito além das meras postagens nas redes sociais.

A virulência da reação do movimento à exclusão das páginas fake mostra que a medida pode ter atingido o núcleo do seu discurso: sem as notícias falsas o poder de mobilização neofascista pode diminuir radicalmente. Aliás, a mentira sempre foi o principal instrumento do fascismo.
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