quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Política externa de Bolsonaro transforma Brasil em cão de guarda de Donald Trump

piauí
Interesses estratégicos nacionais na América Latina serão
afetados pela doutrina bolsonariana aplicada ao Itamaraty:
somos testas de ferro do imperialismo, okay? 

Venezuela, seus dois presidentes e o vizinho

José Roberto de Toledo
piauí

Minutos após Juan Guaidó autodeclarar-se presidente da Venezuela, representantes de Estados Unidos, Brasil, Chile, entre outros, reconheceram sua legitimidade – em detrimento do governo do outro presidente venezuelano, Nicolás Maduro. Declarações de apoio em série não acontecem por acaso. Foram o desenlace de articulação diplomática que tomou corpo após a eleição de Jair Bolsonaro. O presidente brasileiro não esteve à frente do processo, mas, sem a afinação com o Brasil, a orquestra regida pela administração de Donald Trump não teria se apresentado tão rapidamente como se viu nesta quarta-feira. A avaliação é de Matias Spektor, professor de Relações Internacionais da Fundação Getulio Vargas, em São Paulo.
O movimento decisivo ocorreu quatro dias após a posse de Bolsonaro. Em 4 de janeiro de 2019, o chamado Grupo de Lima – formado por chanceleres das Américas para acompanhar a crise na Venezuela – aprovou declaração não reconhecendo o governo de Maduro, que havia sido reeleito em maio de 2018. Países signatários (Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia) chamaram de volta seus embaixadores em Caracas e passaram a reavaliar o status de suas relações diplomáticas com a Venezuela. O México foi o único país do Grupo de Lima que não assinou a declaração (continue a leitura)
Atualizações

Elliott Adams, um bandido
* Como Maduro conseguiu manter a lealdade dos militares (BBC) * Para desestabilizar governos, chame Elliott Adams (Outras Palavras) * A Ku Klux Klan na Casa Branca quer se apoderar da Venezuela (BBC)

* A crise na Venezuela: Mujica tem uma proposta (Outras Palavras) * Boaventura: a nova Guerra Fria e a Venezuela (Outras Palavras) * A invenção de Juan Guaidó (Opera Mundi) * Grupo de 70 intelectuais assina carta contra golpe na Venezuela (Opera Mundi) * Transe bolivariano (piauí) * Brasil e EUA reconhecem Juan Guaidó (Folha) Rússia alerta EUA contra intervenção militar (Terra) * Reunião da OEA rejeita reconhecer Gauidó como presidente da Venezuela (Opera Mundi) * Maduro aceita negociar com a oposição acordo de paz (OM) * Militares juram lealdade a Maduro (OM) * Breno Altman debate tentativa de golpe na Venezuela (OM).


Clipping do blog: 




Chavismo obteve vitória ideológica nas eleições municipais
Análise: "Triunfo da esquerda reforça legitimidade de Maduro na Venezuela"
Chavismo conquista maioria em eleições municipais na Venezuela
La muerte lenta del chavismo | Opinión | EL PAÍS
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Mas... não era uma ditadura?
A Venezuela à beira da tormenta_Outras Palavras
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Venezuela conflagrada (1): A maldição extrativista_Outras Palavras
Venezuela conflagrada (2): Uma possível alternativa
Boaventura: Em defesa da Venezuela
Instituto Humanitas Unisinos - IHU - O drama venezuelano, o fim do chavismo democrático e a ascensão do castrismo. Entrevista especial com Rafael Luciani
Rodeados de fezes e lixo, venezuelanos "garimpam" rio de esgoto: "Nunca saímos sem nada" - Notícias - Internacional
Grupo de Lima rejeita intervenção na Venezuela | Notícias sobre a América Latina e as relações bilaterais | DW | 16.09.2018
Assembleia Geral da ONU: Trump: “Maduro pode ser derrubado rapidamente se militares quiserem” | Internacional | EL PAÍS Brasil
Ideia de Trump de intervenção militar na Venezuela ganha força - Notícias - Internacional
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