terça-feira, 1 de setembro de 2020

Farsantes

Bolsonaro e Guedes: os advogados de um Brasil mais pobre e menos democrático

A discussão que toma conta do noticiário econômico em destaque nos 'grandes' veículos esconde o impasse a que chegou o modelo neoliberal cuja aplicação foi radicalizada no Brasil em 2016. Com o golpe, o Brasil ficou nas mãos de uma elite tecnocrática disposta ao que fosse preciso para executar a tarefa de que foi incumbida pela burguesia brasileira: desconstruir o arcabouço dos direitos sociais e trabalhistas e adotar uma política de austeridade fiscal implementada às custas do nível de vida (já precário) da população brasileira,

O resultado é o que estamos vendo: o país mergulhado numa recessão profunda, com níveis inéditos de declínio da atividade produtiva, índices negativos de investimentos nacionais e estrangeiros, desemprego, subemprego, informalidade e um contingente nunca imaginado de pessoas mergulhadas nas condições da miséria absoluta. Foi o melhor que nossa estúpida elite empresarial soube construir: antes e durante a pandemia, o Brasil é um 'case' de marginalidade fascista que sobrevive ao redor do poder de compra de 5% de sua população (continue a leitura).
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