terça-feira, 22 de setembro de 2020

Farsa e ofensa



 O genocida que vendeu o Brasil

Jair Bolsonaro abre hoje a assembleia geral da ONU. Não faz isso por qualquer mérito seu ou de sua diplomacia, mas por uma disposição regimental que é obedecida desde a fundação da entidade em 1945, quando nossa diplomacia honrava os compromissos da soberania nacional e os direitos dos povos.

Bolsonaro não representa nada disso, muito menos a consciência dos brasileiros. É um sabujo do imperialismo - ele e seus aliados e apoiadores -, genocida, defensor da tortura, predador das riquezas ambientais brasileiras. Bolsonaro representa o que há de pior. Por isso, sua figuração em Nova Iorque é uma farsa e uma ofensa.

Fora Bolsonaro!

Outras leituras: * Pária e irrelevante (Sakamoto, Uol)* A receita bolsonarista para aestagnação neocolonial (Paulo Kliass, Outras Palavras) * Discurso de Bolsonaro na ONU é prova de que o fracasso subiu à cabeça (Uol) * Realidade paralela (Estadão) * Entidades condenam discurso de Bolsonaro na ONU (DW) * Bolsonaro faz discurso com mentiras (Opera Mundi) * Na ONU, Bolsonaro citadados falsos sobre pandemia e meio ambiente (Lupa).

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