quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Pela porta dos fundos

MARAVILHA E LIMITES DA DERROCADA DE TRUMP

Os últimos dias de Trump: isolado, irritado e longe dos holofotes (El País) 

Rompeu-se o movimento de pinça por meio do qual a classe do 0,1% impôs seu projeto desde 2008. Será inútil - se persistir o grande déficit de imaginação política da esquerda. Mas uma nova oportunidade está se abrindo, em especial no Brasil (leia inteira a análise de Antonio Martins em Outras Palavras).

Leituras imperdíveis:


O ato conclusivo: 'Trump pressiona autoridade eleitoral da Georgia'
A matéria que fez Carl Berstein comparar Trump a Nixon no episódio de Watergate (leia aqui)

Bolsonarismo joga interesses nacionais no lixo e país fica sozinho no cenário global

Fanatismo fascista do chanceler brasileiro, Ernesto Araújo, inspirado nas bobagens doutrinárias de Olavo de Carvalho, contrariou tendências históricas da diplomacia nacional, algumas delas preservadas até mesmo na ditadura militar. Com e eleição de Biden e com a formação de um cinturão pró-democracia em todo o mundo (em especial, na América Latina), nosso país amarga a pior solidão, além do mal-estar que sua simples presença provoca nos ambientes internacionais: a qualificação de país de 2a ordem, sem interesses estratégicos definidos, governado por estúpidos que sequer sabem o que dizem. Nossas gerações futuras vão pagar um preço elevadíssimo por isso.


Biden vence
Derrota de Trump - um caso raro de uma não reeleição de um presidente e1o mandato nos EUA - representa um duro golpe nas forças de extrema direita no mundo todo, especialmente no Brasil que amarga agora o forte isolamento diplomático provocado pela estupidez de Bolsonaro. Nesta postagem do Blog, textos de análise sobre a conjuntura política que emerge com a vitória dos democratas
Leia mais: * Trump: esta eleição está longe de terminar (DW) * Kamala Harris, a primeira mulher vice-presidente dos EUA (DW) * O potencial de tensão entre Brasil e Estados Unidos (DW) * Os EUA não vão se curar tão cedo (Outras Palavras) * E se a direita brasileira também escorregar (OP) * A base: o perigo que sobreviverá a Trump (Richard Sennet, A Terra é redonda) * Trump evita reconhecer derrota: "Esta eleição está longe de terminar"(DW) * Bolsonaro deve esperar "quadro concreto" para se pronunciar (Estadão) * Trump nunca mais (The Economist, via Estadão) * Maravilha e limites da derrocada de Trump (Outras Palavras) * Minorias nos EUA não são imunes ao apelo populista da direita (Intercept)

Chomsky descreve a grande batalha americana
Trump, em minoria, tentará melar as eleições, recorrendo a milícias armadas. Mas a economia está na lona, a covid devasta o país e espalha-se entre a juventude, a crítica ao capitalismo. O Império, em transe, enfrenta uma eleição decisiva. Leia aqui a íntegra de entrevista de Chomsky publicada em Outras Palavras.
Leia também: * Democracia dos EUA corre risco porque desejo da maioria não se traduz em política pública (Folha)

Gadgets do blog:


 Glenn: quem é Biden? E a esquerda brasileira é o quê? * Percepção da esquerda brasileira sobre Biden é equivocada (jornalista que deixou o Intercept em razão da polêmica em torno do presidente eleito é entrevistado por Monica Bergamo (Uol) * Ao falar de Biden, Glenn mostra desconhecer a esquerda brasileira (Chico Alves, Uol) * Gleen Greenwald (Flávio Aguiar, A Terra é redonda)
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