terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Réquiem para os canalhas

Moro e Dallagnol: artífices e protagonistas da Lava Jato, a farsa que sujou o Brasil

Liberação pelo STF das 'conversas' promíscuas entre juiz e procurador, sucessivamente denunciadas pelo Intercept e reproduzidas pela imprensa no Brasil e no exterior, permite que não apenas Lula peça a anulação da sua condenação, mas também aos brasileiros que se livrem da armação ideológica em que se transformou a República de Curitiba: um dispositivo de extrema-direita cujo objetivo foi - e ainda é - destruir a democracia no Brasil.

Não deixe de conhecer neste noticiário: * O desafio é descobrir quem está por trás dos serviçais Moro e Dallagnol (Mino Carta, Carta Capital) * A morte silenciosa da República de Curitiba (Felippe Aníbal, Piauí) * A Lava Jato, o Supremo e um beco sem saída (Rubens Glezer, Piauí)   * STF deve validar acesso a mensagens e abrir via para Lula anular sentenças (Kennedy Alencar, Uol)  * Elogio de Dodge e 51: a reação da Lava Jato a operação contra Lula em sítio (Uol) * Força Tarefa comemorou prdem de prisão contra Lula: "Meoo caneco" (Uol) * Lava Jato antecipou delações da Odebrecht a MP da Suiça (Jamil Chade, Uol) * Deltan disse que prisão de Lula era "presente da CIA" (Consultor Jurídico).

Dallagnol: não mais que um fantoche
 da extrema direita
2o clichê

Curioso o texto de leitura dos âncoras do Jornal Nacional na edição de ontem (9 de fevereiro) dando conta da decisão do STF em liberar o acesso de Lula às provas da corrupção jurídica construída entre Dallagnol e Moro: as mensagens entre os dois foram "roubadas" e não "interceptadas". A narrativa da Globo não poderia ser outra, como mostra a matéria Um transatlântico. O namoro entre a Lava Jato e a Rede Globo, publicada pelo Intercept

* Saiba mais no clipping do blog: Lava Jato - conspiração contra o Brasil.


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