sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Bandidos

CPI EXPÕE O COVIL DOS CRIMINOSOS QUE SUSTENTAM BOLSONARO

Acima, na 1a imagem, Pedro Benedito Batista Júnior, o Mengele brasileiro, fala sobre os horrores praticados pela Prevent Senior. Abaixo, à esquerda, Fakhoury, o conspirador das mentiras e do negacionismo. Por último, o ogro Luciano Hang, na performance que o levou ao indiciamento pela CPI.

Os historiadores que se voltarem para o estudo do que aconteceu nesta semana nas sessões da CPI que investiga os crimes do governo Bolsonaro durante a pandemia - e que resultou até agora na morte de 600 mil pacientes do covid-19 - vão constatar indícios de um país despedaçado. Os depoimentos das três personagens acima evidenciaram a existência de um conglomerado criminoso formado por personalidades dispostas a matar para afirmar seu controle sobre o aparelho de Estado, numa linha de força que converge para Jair Bolsonaro.

A CPI conseguiu, com essa turma, seu melhor momento: ofereceu aos três o palco midiático para que expusessem o que são e, com isso (ao contrário do que dizem alguns analistas), permitiu que Batista Júnior, Fakhoury e Hang, produzissem provas contra si mesmos - fato que o país inteiro torce para que seja suficiente na sua condenação por crimes hediondos e imprescritíveis. Esse foi o mesmo cenário do corajoso e contundente depoimento da advogada Bruna Morato (assista ao vídeo). No fundo, contudo, não há nada que atenue a mais dramática conclusão do que ficou registrado: nosso país está doente e só mesmo uma intervenção popular das ruas é que pode salvá-lo.

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