domingo, 10 de abril de 2022

O vértice

Os fatos que ligam Bolsonaro à morte do miliciano Adriano da Nóbrega

A funcionalidade do poder fascista reside no apego à morte como conduta política
João Filho, Intercept

Afirmar que a família Bolsonaro tem fortes ligações com milicianos do Rio de Janeiro é a mera constatação de um fato. A família presidencial já defendeu publicamente a existência de milícias, homenageou milicianos e empregou parentes de chefe de milícia no serviço público. As ligações da família do presidente com o crime organizado estão dadas, não há o que discutir.


O miliciano mais próximo dos Bolsonaro foi Adriano Magalhães da Nóbrega, o ex-caveira do Bope que, após ser expulso da PM por envolvimento com a máfia do jogo do bicho, virou chefe da milícia Escritório do Crime — uma quadrilha especializada em assassinatos por encomenda. Como chefe de milícia, Adriano continuou contando com o apoio da família Bolsonaro (continue a leitura).


Leia também: * As entranhas brasileiras (Janio de Freitas, Folha) * Nova licença para matar de Bolsonaro é ainda pior que a de Moro (Intercept).

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