Fórum Jornalismo Cultural


Artigo:

* Sob a superfície dos fatos, a complexidade de seu significado: o desafio da narrativa no Jornalismo Culturalpublicado em Estudos em Jornalismo e Mídia (revista do programa de pós-graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina).

Entrevista:

* Feita comigo no blog Poucas e Boas da Mari, de Mariana Zitto. Leia aqui.
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* Jornalismo Cultural: o grande ausente nos cursos (*)
J.S.Faro

Levantamento recente publicado no caderno Rumos Itaú Cultural dá conta de uma situação curiosa: nos 57 cursos de jornalismo pesquisados pelos autores do estudo sobre o ensino do Jornalismo Cultural em instituições das várias regiões do país, pouco mais de 10% de sua grade curricular aborda o assunto de forma específica. O fato apenas comprova uma coisa que há muito tempo é sabida: o estado de dispersão conceitual em que vive o ensino do Jornalismo no Brasil, com sérias consequências não apenas para a formação dos estudantes, mas para a própria qualidade da informação que é disseminada nos diversos veículos de informação noticiosa.

(*) trabalho apresentado ao Congresso de Produção Científica da Umesp de 2010. Leia aqui o texto integral.
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No reino dos best-sellers. A.P.Quartim de Moraes (Observatório da Imprensa, Estadão).
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* Cinco pesquisadoras falam sobre o Jornalismo Cultural, seus desafios e tendências. Leia abaixo as perguntas feitas a elas e as respostas que cada uma deu ao blog :
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* Questões apresentadas às pesquisadoras em Jornalismo Culural (acompanhe as respostas de cada uma delas acima)

O Jornalismo Cultural parece estar vivendo uma fase explosiva de informações que circulam na rede em blogs, sites etc,  além da dinâmica própria dos cadernos e seções dos veículos impressos. Disso resulta a impressão de que a riqueza do gênero vem sendo otimizada e que a circulação das notícias sobre cultura atingem um público bastante amplo, fato que corresponde a uma certa idealização que sempre caracterizou as formulações teóricas sobre o caráter democrático e humanista   que suas interpretações recebem.

No entanto, percebo uma mudança fundamental nas características do gênero: ao contrário do que ocorreu em outras conjunturas de hegemonia dos segundos cadernos e dos suplementos - quando o jornalismo cultural era uma instituição agregadora e  nucleadora de correntes de opinião na área das Artes, da Filosofia e da Sociologia (para ficarmos restritos a três campos que sempre povoaram as páginas daqueles veículos), a volatilidade da informação digital pode ter reforçado - e eventualmente ampliado - uma propensão à prestação de serviços informativos em substituição da análise e da crítica.

Isso é verdade? Quero dizer: a explosão das informações, como disse alguém, pode estar levando a uma "implosão de significados" e da formulação do pensamento crítico?
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Artigos recebidos:

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Três textos de Dora Santos Silva:



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* Literatura e linguagem literária. Paula Cristina Lopes, da Universidade Autônoma de Lisboa. Acesse aqui o texto integral do trabalho.
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