Ocupar o Brasil

Texto apócrifo de uma "emenda do Plenário" é bem uma
 amostra do estado de semi-clandestinidade que a prática
parlamentar vive no Brasil
O quase rabisco que pode anistiar as irregularidades das do caixa 2 das campanhas eleitorais foi publicado no blog do jornalista Fernando Rodrigues., da Folha. Caso seja aprovada em Plenário pelo voto despersonalizado de lideranças dos partidos - e não pela manifestação nominal dos parlamentares - a anistia retira energia política da sociedade e favorece todo o conjunto de ajustes anti-sociais que a ilegitimidade de Temer pretende implementar. 


Fábio de Oliveira Ribero (GGN):
Ser ou não ser fiel ao Geddel, eis a questão!
 
Penso, contudo, que não é na anistia que pode ser votada em breve que reside o núcleo mais sensível da crise política, mas no episódio que envolveu Temer na manobra ilegal que seu "homem de confiança", Geddel Vieira, tentou com o ex-ministro da Cultura. Aqui parece se evidenciar todo o complexo ideológico que aproxima a origem de Temer (o pequeno punguismo provinciano) da origem majoritária do Congresso (o espaço dos despachos privados). O fato, no entanto, ameaça agora ter um desdobramento grave em vista da armadilha que Marcelo Galero armou para Temer (Galero gravou conversas com Temer) e do esforço que o Palácio do Planalto fez no sentido de proteger Geddel (As 7 ações governistas pró-Geddel).

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