Um país miliciado, inseguro e amedrontado

A sociedade brasileira ainda vive - talvez de forma mais intensa, pois como um simulacro - a militarização com que as elites procuraram definir o seu sentido de ordem quando apoiaram a ditadura.
A transição conciliadora que marcou o fim do regime militar preservou o aparato policial. O resultado é o que a foto mostra: sufocar a crise social à base do cassetete.

Ovos de serpente: * Senado aprova foro especial para militar que cometer crime doloso contra civil (Estadão) * Nós criamos uma delinquência generalizada no país (Luiz Roberto Barroso, do STF - Estadão) * Marcha Soldado (especial do UOL sobre militarização da PM) * Medo da violência revigora tendências autoritárias e beneficia Bolsonaro (Folha)


* Quem matou Eloá? Um documentário para pensar o feminicídio e a espetacularização (The Huffington Post)

* Em nenhum país se mata como no Brasil (Valor)

* O papel do PCC na redução dos homicídios em São Paulo (Jota).

* Um texto de Antonio Candido de 1972:  A verdade da repressão (Boitempo).

* Cinco vídeos que contestam a versão da PM sobre a manifestação em São Paulo (El País)

* "No Rio de Janeiro há uma banalização inadmissível da morte" (El País)

* O golpe e os golpeados (Eliane Brum, El País)

* Chacina de Costa Barros: policiais acusados de morte de jovens são soltos (El País)


* "Por que o senhor atirou em mim?". A voz dos jovens inocentes mortos pela polícia (El País)

Polícias Militares fora de controle? (Outras Palavras).

* Bandido bom é bandido morto? A periferia acha que não (El País)

* Lei antiterrorismo. Falsa solução para falso problema (IHU)

* Lei antiterrorismo. Da insegurança jurídica à derrota da democracia (IHU)

Projeto brasileiro de Lei anti-terror ameaça movimentos sociais e a democracia, diz a ONU (Opera Mundi).

Lei de terrorismo fragiliza protestos no Brasil (El País)

Despertar de luta patriótica começa com uma baixa: general foi demitido por falar demais (Estadão)

Há uma crise ética, mas instituições cumprem seu papel, apressa-se em garantir o Comandante do Exército (Estadão)

* Páginas em redes sociais expõem tortura e exaltam violência policial (Folha)

A política que barra negros e pobres, ameaça a democracia da areia no Rio

Violência nas praias do Rio

* Onda de arrastões estimula justiceiros (El País).


* Chacina de Osasco, mais indícios de crime policial (Outras Mídias)

* Como parte da PM entregou-se ao crime (Outras Palavras)

* Por cima, não; acima (ESP sobre o ambulante morto por ter no rio e ignorado pelo controle do trafego)

* Assim as PMs aprendem a matar (Outras Palavras)

* Linchamentos: é possível uma tranquilidade fundada na violência? (IHU)

* Polícia no Rio age como se tivesse carta branca para matar (Anistia Internacional).

* Entre fogos (Luiz Ruffato)

* Brasil cordial? Pois sim....

* Massacres de maio e negociações com o PCC. Novas verdades (Outras Palavras).

* Assim formam-se os monstros (Outras Mídias)

* O cruel treinamento militar que deforma os policiais no Brasil (El País)

* A formação da barbárie: a lógica do treinamento da PM (Boitempo)

* O Brasil tem um linchamento por dia (José de Souza Martins, El País)

* Violência e ideologia (Mauro Iasi, Boitempo)

* Pela desmilitarização da polícia (IHU)

* Chacina na Bahia: os 12 do cabula foram executados (El País)

* Protestos no Morro do Alemão (fotos, ESP)

* Moradores fazem protesto novo protesto contra violência no Morro do Alemão (ESP)

* O excesso de força letal pela polícia precisa ser visto como um problema (El País)

* A inocência póstuma (El País)

* Como se absolve um policial (Pública)

Brasil tem seis assassinatos por hora, a maioria de negros (El País)

* Não podemos ser reféns da nossa própria polícia (El País)

* A ditadura brasileira não acabou (Kucinski e Marcelo R. Paiva na FLIP)

* Polícias Militares: estamos alimentando um monstro (Outras Palavras)

* Quanto mais presos, maior o lucro (Pública)

* Carl Hart: na guerra às drogas, o Brasil me lembra o Apartheid (Carta Maior)

* O país abandonado: Crueldade em estado bruto (El País)

* Biblia, magia negra, linchamento, redes sociais e irracionalidade coletiva: direitos humanos na sociedade dos emergentes (El País)

Denunciados pela linguagem (Eliane Brum)

* Crônica de uma pacificação falida (sobre o fracasso das UPPs no Rio, El País)

* "Vai ficar famoso... morrendo no vídeo" (El País)

* Maré: aqui o Estado mostra sua face bruta (Outras Palavras)

* No Carandiru, uma das raízes da brutalidade policial (Outras Palavras)

* Por que o Brasil não julgou seus torturadores (artigo de Dulce Pandolfi no boletim Ibase)

* A ocupação da Maré (Ibase)

* O projeto das UPPs está na UTI (Ibase)

* Maré: pacificação ou cerco à cidadania (Ibase)

* Um torturador francês no Brasil (Opera Mundi)

* A morte de inocentes, como Amarildo, é o resquício da ditadura. Entrevista com Marcelo Rubens Paiva (El País)

* Estudo sobre violência policial revela racismo institucional na PM em São Paulo (Folha)

* Cem vezes Cláudia (Outras Palavras)

* Casa da Morte: imensa humilhação para o país inteiro (do blog)

* Polícia mata mais hoje do que na ditadura militar. Entrevista com Maria Helena Moreira Alves (via Medium Brasil)

* Polícia não militar (Francisco Bicudo e Elisa Marconi, via revista Giz)


Holocausto Brasileiro. Vida, genocídio e 60 mil mortes no maior hospício do Brasil (IHU)


Mais leituras inquietantes em Outras Palavras:

* Da brutalidade às alternativas

* A saída não é desmontar as UPPs

Conflito nas UPPs do Rio: duas visões dissidentes

* A sinistra máquina da morte
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