sábado, 23 de julho de 2016

Em cima da hora...

Débora Duprat: luz sobre o
obscurantismo

Escola sem Partido é ilegal

Estadão: Para Ministério Público Federal, projeto Escola sem Partido é inconstitucional. Segundo a procuradora Débora Duprat, "ao defender uma suposta 'neutralidade política, ideológica e religiosa', a proposta confunde a educação escolar 'com aquela fornecida pelos pais', misturando espaço público com privado, além de negar a liberdade de cátedra e contrariar o princípio do Estado laico. (...) Enfim, e mais grave, o PL está na contramão dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, especialmente os de 'construir uma sociedade livre, justa e solidária" (leia aqui a íntegra da matéria de Fausto Macedo e o texto do Mídia Ninja sobre o assunto).

Temer e Cunha: alguém duvida das
tramas desses dois?

Temer morre de medo

GGN: Michel Temer anda apavorado com a possibilidade de que Eduardo Cunha tenha gravado o conteúdo do que teria sido dito entre os dois em conversas reservadas que manteve com o quase ex-deputado no Palácio Jaburu, sede da vice-presidência: "A suspeita de Temer surgiu em um encontro recente com Cunha", que teria "encaminhado a conversa de modo estranho, ao 'lembrar' o interino de certas parcerias deles no passado. Histórias pouco republicanas, presumivelmente. Ao sentir que poderia cair numa arapuca, o presidente em exercício teria reagido aos gritos com Cunha, no relato de uma pessoa ligada a Temer. (leia aqui a íntegra da matéria de André Barrocal).

Congressistas dos EUA não querem que
John Kerry legitime o golpe
do impeachment

Nos EUA, denúncia contra o golpe

Carta Capital: "Nos Estados Unidos, a denúncia sobre a farsa do impeachment de Dilma Rousseff, encampada por grandes jornais como o The New York Times, ganha força agora entre parlamentares norte-americanos. Em carta destinada a John Kerry, secretário de Estado, 37 congressistas [eram 33 quando esta reportagem foi publicada] do Partido Democrata e diversas entidades sociais e sindicatos, entre eles a influente Federação Americana do Trabalho e Congresso de Organizações Industriais, pedem ao integrante do governo de Barack Obama e provável representante norte-americano nas Olimpíadas do Rio de Janeiro para lidar de forma cautelosa com as “autoridades interinas” brasileiras e de se abster de declarações ou ações passíveis de serem vistas como um apoio dos Estados Unidos à campanha contra a presidenta eleita. É previsto um crescimento do número de adesões à missiva até a segunda-feira 25" (leia aqui a íntegra da matéria de Miguel Martins)

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