terça-feira, 5 de março de 2019

Leituras para a 4a feira de cinzas

Quarta-feira de cinzas,
obra do 
pintor alemão Carl Spitzweg
* Vestidos de laranja, foliões fazem bloco em condomínio de Bolsonaro (Folha).

* Sob a sombra de Bolsonaro, Carnaval foi mais militante do que nunca, diz o jornal francês Liberation.

* O samba como ritual: album de fotos do El País.

* História, volver. Março, além das águas de Jobim e do Dia Internacional da Mulher, reserva-nos o primeiro aniversário do golpe de 64 que será comemorado com um militar na presidência da República... eleito pelo voto direto. Tudo indica que a data vai provocar um surto nostálgico da direita e uma exagerada evocação das virtudes que nos deixaram os 21 anos de ditadura. O artigo é de Fábio Victor (Piauí).

* Ambiguidades dos militares. A propósito do 31 de março, vale a pena ler o artigo de Maria Cristina Fernandes (Valor): um ensaio sobre a dificuldade que os quartéis brasileiros têm em lidar com as vicissitudes da democracia brasileira, entre elas a de que os brasileiros não sabem votar, motivo pelo qual devem permanecer tutelados.

* Governo de coturnos: o exército na política nacional. Entrevista com o Prof. Eduardo Raposo, da Universidade Cândido Mendes, publicada no site da Unisinos: a intervenção militar na vida nacional é mais regra que exceção e o Bolsonaro vai estar diante do desafio de seu próprio discurso. 

* Nova direita conservadora desafia pensamento politicamente correto. Artigo de Laura Greenhalg publicado no Valor. Os grupos ultraconservadores que se instalaram no governo afirmam que vão libertar o Brasil da inversão de valores que fez do PC uma camisa de força. 

* Os pequenos homens de Nuremberg. André Araújo (GGN) analisa a cobertura magistral que o repórter estadunidense William Shirer fez sobre a II Guerra Mundial e seus desdobramentos.

* Como resistir a uma ditadura ( José Geraldo Couto, Blog do Cinema via Outras Palavras): Estão chegando aos cinemas dois documentários que, à primeira vista, não poderiam ser mais contrastantes: o espanhol O silêncio dos outros, de Almudena Carracedo e Robert Bahar, e o brasileiro Tá rindo de quê?, de Claudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga. No entanto, ambos têm um tema em comum: as variadas formas de reagir a uma situação de tirania e opressão (continue a leitura).
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