terça-feira, 27 de outubro de 2020

Para entender Bolsonaro e seus comparsas

A era dos psicopatas bem-sucedidos


Eles compartilham o prazer em infligir o sofrimento ao outro. Violam direitos humanos e instauram o conflito permanente. Alguna são punidos por seus crimes. Outros, mais ardilosos, infiltram-se na política, na religião e nas corporações

Ricardo Woisky
Outras Palavras

A partir da leitura do texto Necropolítica, de filósofo Achille Mbembe, a curiosidade me estimulou a formular algumas perguntas: quem são os necropolíticos? Quem pratica o necropoder? É possível esboçar algumas características psíquicas dessas pessoas?

Segundo Mbembe, soberania (no contexto do Necropoder) é a capacidade de definir quem importa e quem não importa, quem é descartável e quem não é. Uma forma de soberania que não é a autonomia dos povos, mas a possibilidade de destruição destes. Em última instância, soberania é o direito de matar e que na guerra isso fica explícito; e a política (Necropolítica) como expressão dessa soberania do estado de exceção (continue a leitura)

Nenhum comentário: