terça-feira, 22 de agosto de 2017

Um grande blefe ameaça o Brasil

Doria é o prefeito de SP com menos projetos enviados à Câmara em 32 anos... 

Leia aqui a matéria do UOL
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Uma metáfora da História e da Vida...

O eclipse de ontem numa sequência perfeita de fotos: surgimento, ascensão, plenitude e declínio
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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Erramos nós em deixar que vocês chegassem até aqui

Luciano Huck sequer sabe o conteúdo das mensagens
que grava. Imaginem um cara desses na Presidência da República
Curioso o pedido de desculpas feito pela Anhanguera (o que será mesmo a Anhanguera?) a respeito da campanha estrelada pelo pequeno Luciano Huck em torno da atividade do professor como "bico profissional". Em primeiro lugar, porque o "erramos" só aconteceu depois de uma forte rejeição que a campanha sofreu; em segundo, porque a má intenção social do anúncio é uma trama de envolvidos de péssimo caráter: a agência, o anunciante e o próprio Huck, uma linha de montagem inteirinha comprometida com o conteúdo da campanha e, naturalmente, consciente da mensagem dirigida aos consumidores. Por último, o próprio Luciano Huck que não tem ideia do que anuncia. A julgar pela nota da Anhanguera, o garotão da Globo - que pensa em ser presidente da República (!!!) - entra no estúdio sequer sabendo para que servem as fotos e o texto que vão ser produzidos, gravados e veiculados com suas imagem pública. O Brasil vive mesmo uma tragédia...
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domingo, 20 de agosto de 2017

Crueldade social como política (planejada e deliberada) de Estado

Retirantes (Portinari, 1944)
Tínhamos saído, pelos critérios da ONU, do mapa da fome, e, vergonhosamente, para lá voltamos a passos largos. A chamada elite que fez o golpe e seu governo coloca em prática políticas de Estado destrutivas de direitos elementares, e para dizer o mínimo, irresponsável, mas, sobretudo, cruel, escreve Walquíria Domingues Leão Rego, professora titular de Teoria Social do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCG) da Unicamp e autora do livro Vozes do Bolsa Família - Autonomia, Dinheiro e Cidadania (Umesp, 2013), em artigo publicado pelo GGN em 16 de agosto (e transcrito aqui via IHU)

Leia aqui a íntegra do artigo e informe-se sobre o elenco de medidas que vêm caracterizando o governo golpista como o mais predador dos direitos sociais da nossa história:

* Programas criados pelo governo podem perdoar R$ 78 bilhões (Estadão) *  O plano da Câmara para perdoar 543 bilhões que empresários devem à União (El País) * Os efeitos dramáticos do criminoso congelamento dos gastos sociais e da corrupção parlamentar promovida por Temer (Outras Palavras) * Em três meses, governo perdoa R$ 30 bilhões de dívidas dos bancos (IHU) * O custo da sobrevida de Temer (El País) * Bolsa-empresário supera programas sociais (Uol) * O país da Casa Grande (IHU) * De volta ao Brasil Colônia (Carta Capital via Tijolaço) * Para salvar a pele, Temer oferece a floresta (Outras Palavras) * O Brasil em Pedaços e * Áreas sociais pagam ganância de bancos e empresas (clippings do blog).
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Multidão em Boston contra o fascismo

Enchente de contra-manifestantes a desistirem de manifestação fascista (Público)  
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sábado, 12 de agosto de 2017

Pra cima dele gente... esse cara é uma ameaça para o país

Desmontagem de Doria é mais rápida do
que o esperado
A violência de Doria contra qualquer direito social e o absoluto prestígio que ele oferece aos seus amigos empresários mostra o risco que significa ter Doria em qualquer lugar na gestão da República, do quarteirão da esquina à presidência. Na verdade, como todo mundo já se deu conta, o menino mimado dos jardins transformou a cidade em trampolim para suas obsessivas pretensões políticas: com exceção da Av. Brasil, cujo ajardinamento embeleza o trajeto que o leva à sua casa, São Paulo está abandonada, enquanto o prefeito que se vangloria do fato de ter sido eleito em 1o. turno (numa dessas tendências midiáticas que mistificam e vendem qualquer qualquer coisa) viaja para lá e para cá adulando o diabo se for preciso em troca do apoio à sua indicação para as eleições de 2018. Doria é um blefe... e um perigo para o país.

No mercado de Malafaia, Alckmin e Doria vendem a alma ao diabo se for preciso (leia aqui)


Leia mais sobre o crescente sentimento de indignação com a gestão de Doria: * O palhaço da burguesia paulista: Vídeo mostra Doria dançando ao som de Gilmelândia após "chuva de ovos" (Monica Bergamo, Uol) * Doria usa 'ovada' para ação de marketing com produtora de ovos (Folha) * Estudantes e movimentos sociais cobram debate sobre privatizações em São Paulo (El País) * Frente à doçura e dignidade de Suplicy, o cinismo de Doria (Estadão) * O pequeno prefeito de São Paulo na sua verdadeira dimensão (do blog).
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

A ameaça sobre Doria é o rídiculo

Difícil analisar todas as dimensões desse encontro espúrio entre Temer e Doria. A linguagem da metáfora, sempre redutora do real e sempre construída em torno de um apelo à sensibilidade que a percepção do cotidiano permite, diria que se trata de um abraço de afogados. Temer, do seu lado, acumula índices crescentes de rejeição e só não foi ainda afastado do governo em razão da disposição que tem em corromper o quer que seja para manter sua decrescente base de parlamentares que o sustentam. A expectativa está sempre posta no próximo escândalo, da próxima fita, na próxima denúncia de Janot. Temer vive aos sobressaltos e é um presidente quase clandestino em seu próprio país.

Doria é diferente, mas não tão diferente que possa sentir alívio pois ovos não lhe faltam nessa humilhante caravana que ele faz pelo país. Na verdade, a grande indagação que os paulistanos fazem sobre o prefeito diz respeito ao seu desempenho no cargo para o qual foi eleito. Até agora, decorridos 8 meses de sua posse, não é possível apontar uma única iniciativa sua que tenha beneficiado a cidade, que vive hoje em estado de abandono absoluto (exceção feita, naturalmente, aos renovados canteiros dos Jardins). Acusado de irregularidades graves no passado e acumulando denúncias de que aliena o patrimônio público em benefício de interesses privados de sua simpatia e amizade, Doria vai se esgueirando sob o ódio social que alimenta o tempo todo e o sentimento de vingança quase doentio que acumula contra o PT. 

Penso nesse abraço de afogados como uma ameaça ao bem-estar social e à soberania popular. Não me escapa esse isolamento ao qual Doria confina Geraldo Alckmin nem me escapa que, em nome de um novo PSDB, Temer procure um fiador que o livre da cadeia. Trabalhando com fatos consumados, ambos os dois constróem um cenário midiático-populista que pode inviabilizar as eleições de 2018.

Leia ainda: * Após racha do PSDB na Câmara, Temer diz que "nós contra eles" não pode prevalecer (Uol) * Temer distribui afago a Doria e elogia "visão nacional" do prefeito (Estadão).
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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Um Brasil doente

Nem mesmo compostura eles têm...
Wladimir Costa, o deputado federal que tatuou no próprio corpo a abjeta sujeição, festeja com seu dono a triste notoriedade: transformou-se na imagem dos cães de guarda que em troca de alguma coisa votaram pelo arquivamento das denúncias da corrupção praticada por Temer